Alagoanos são presos acusados de integrar grupo de extermínio em RN

Após as prisões, os acusados foram autuados por posse ilegal de arma de fogo, receptação e constituição de milícia privada.

Por redação com AL24H | www.AlagoasNT.com.br 11/07/2019 - 08:06 hs
Foto: PC/AL


Dois alagoanos, identificados como  Marcelo Silva de Menezes, de 33 anos, e Noe Lima da Silva, de 44 anos, foram presos, esta semana, acusados de integrarem um grupo de extermínio no Rio Grande do Norte.

 

Segundo informações da Polícia Civil de RN, os agentes chegaram ao paradeiro dos acusados após denúncia anônima que revelava que os alagoanos, naturais da cidade de Inhapi, faziam parte de uma milícia privada armada e estariam escondidos na cidade de Santa Maria (RN) planejando uma nova ação criminosa.

 

Diante da informação, os agentes da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (DEICOR) com apoio de policiais civis da 1ª Delegacia Regional de São Paulo do Potengi montaram uma operação e conseguiram prendê-los.

 

Com eles, os policiais encontraram dois revólveres calibre 38 municiados, um colete balístico e três motocicletas. Conforme dados da PC/RN, uma das armas pertence à Polícia Militar do Rio Grande do Norte.

 

 

A Polícia Civil informou ainda que Marcelo Silva de Menezes é investigado em pelo menos 10 inquéritos policiais por homicídios ocorridos no município de Ceará-Mirim (RN). Além disso, existiam três mandados de prisão em aberto expedidos pela Justiça potiguar.

 

Após as prisões, os acusados foram autuados por posse ilegal de arma de fogo, receptação e constituição de milícia privada.

 

é investigado em cerca de dez inquéritos policiais, referentes a crimes de homicídios ocorridos no município de Ceará-Mirim. Contra ele, havia em aberto três mandados de prisão expedidos pela Justiça. Marcelo Silva e Noe Lima foram autuados pelo crime de posse ilegal de arma de fogo, receptação e constituição de milícia privada.

 

A Polícia Civil de RN pede que a população continue enviando informações de forma anônima, através do Disque Denúncia 181.