Ambulantes poderão comercializar alimentos e bebidas dentro do Maceió Verão 2018

Em reunião intermediada pela Defensoria Pública, Prefeitura e vendedores assinaram acordo sobre vendas

Foto: Divulgação


endedores e a Prefeitura de Maceió assinaram, nesta terça-feira (9), um acordo que garante o direito dos ambulantes, regularmente cadastrados, de comercializarem bebidas e alimentos dentro do espaço onde acontecerá o evento "Maceió Verão 2018", nos próximos dias 13, 20 e 27.

 

 A Defensoria Pública do Estado intermediou acordo entre os vendedores ambulantes, representantes da Fundação Municipal de Ação Cultural (FMAC), o Município de Maceió e a empresa Branco Promoções de Eventos e Editoras Musical Ltda. 

 

O Termo de Acordo estabeleceu o número de 30 vendedores ambulantes dentro do espaço para cada dia de evento, sendo 15 para alimentação, 10 para bebidas geladas e 5 para bebidas quentes. 

 

Os ambulantes que quiserem participar de cada dia serão escolhidos por sorteio, entre aqueles que estão devidamente cadastrados. A lista com os vendedores para cada dia será entregue por eles à Secretária Municipal de Convívio Social até o início da tarde da próxima quarta-feira (10). 

 

O descumprimento do acordo pelo Município gerará multa no valor de R$ 25 mil, por dia de evento. Caso haja descumprimento por parte dos ambulantes, a multa será no valor de R$ 1 mil para cada um. 

 

O termo de acordo foi assinado pelo defensor público geral do Estado, Ricardo Antunes Melro, pelo subdefensor geral do Estado, Carlos Eduardo de Paula Monteiros, pelo Procurador Geral do Município, Diogo Coutinho, o diretor FMAC, Vinício Cavalcante Palmeira, o Secretário de Segurança Municipal, Ivon Lima, representantes da empresa e uma comissão de ambulantes. 


Ação


Na semana passada, após ser procurada por ambulantes, a Defensoria Pública do Estado ingressou com ação civil pública solicitando a liberação de espaço dentro da área interna de acesso gratuito do "Maceió Verão 2018" para acomodação dos vendedores ambulantes previamente cadastrados. 

 

O juízo de primeiro grau não aceitou o pedido, mas a instituição recorreu e garantiu o direito dos vendedores no Tribunal de Justiça.